Quem Somos
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Este site NÃO é mantido pela prefeitura ou qualquer órgão público ou privado da cidade, foi uma iniciativa de um jaicoense e não tem fins lucrativos. Em 2003 iniciamos o site com o link http://www.jaicos.kit.net, dois anos após registramos no domínio atual.
O principal objetivo quando começamos era colocar informações da cidade na internet para jaicoenses do Brasil e mundo, pois em 2003 não existia nada sobre a Jaicós na grande rede.
Nossa pretensão nunca foi ser um portal de notícias porque o fundador não mora na cidade. Desde então sempre incentivamos portais de notícias na cidade, felizmente um tempo depois surgiram dois:
http://www.cidadesnanet.com
http://www.noticiei.com
Durantes estes anos o site tem prestado alguns serviços aos usuários através do mural e fale conosco do site, pessoas de vários estados brasileiros procuram parentes que perderam contato e também informações sobre empresas e órgão públicos da cidade.
Quem quiser falar com o idealizador, pode entrar em contato através do site abaixo:
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Bicentenário da Paróquia
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Bicentenário da Paróquia
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A paróquia de Nossa Senhora das Mercês, em Jaicós, completou seu bicentenário de instalação no dia 12 de julho de 2005. Nesta data, completou-se duzentos anos do Decreto Religioso expedido pela Igreja autorizando a criação da Paróquia. Antes um movimento popular lutou pela criação da freguesia autorizada depois pela Coroa Portuguesa. |
FONTE: Folha de Picos - editores: Fábio Gonçalves, Orlando Berti, Deisy Fernanda
O Galo na Torre
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O Galo na Torre
| É costume muito antigo na Europa a colocação de um galo de bronze em torres de templos e até de castelos. E é mais comum em templos protestantes, com exceção de Portugal, Espanha e Itália, onde aparecem mais templos católicos. Pelos laços brasileiros com esses três países o galo pode ser visto aqui em torres de igrejas católicas tradicionais da Bahia e Rio de Janeiro, principalmente. O galo é tido pelos poetas e trovadores como símbolo do Alvorecer, do amanhecer de um novo dia, novo tempo de recomeçar. Simboliza também o vigilante que espera pela Aurora. Pela tradição, é visto na representação da gruta de Belém nos diversos presépios que são produzidos em honra do nascimento de Jesus, porque teria sido um dos animais presentes na manjedoura em que a Mãe de Deus colocara o Deus-Menino, porque não encontraram lugar para Ele na cidade dos homens. Naquele dia, certamente, cantou mais forte. É como deve ser o cristão: fazer a cada dia o anúncio de que Jesus está presente na vida, não importa onde ou como estejamos; que é hora de levantar-se, de recomeçar em temor, de fazê-lo renascer no próprio coração e de anunciá-lo aos homens e mulheres desanimados. Que todos confiem no Pai bom e compassivo, Deus justo, que cumpre sempre suas promessas, em troca, apenas, de que tenhamos fé. Tem também uma finalidade social e meteorológica o galo na torre. Colocado no centro de uma base de ferro que lhe permite girar 360 graus, sobre si mesmo e por seu desenho aerodinâmico, tem o bico sempre voltado para o lado de onde vem o vento; e a base tem quatro hastes também de ferro, em forma de raios, cada uma com cerca de sessenta centímetros de comprimento: uma apontada para o Nordeste, com a letra N; uma para o Sul, com a letra S; uma para o Leste com a letra L ou E, e por último a que aponta para Oeste, com a letra O ou W, expondo, permanentemente, as pontas cardeais. Segundo os observadores mais curiosos, quando o bico do galo aponta para o Nascente, vem chuva, na certa. Na torre da igreja de Jaicós esse adorno foi mandado colocar pelo padre Marcos de Araújo Costa, construtor da Igreja Matriz [concluída em 1837]. Trouxe a idéia de Portugal onde, em Coimbra, cursou o seminário. Preocupado com o interesse do dia-a-dia do seu povo, acrescentou esse serviço a sua obra missionária e de educador. A solidariedade do grande apóstolo e de homem público autêntico, digno de todas as honras do seu povo. |
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| Autor: José Rafael Filho - Diretor da Escola Normal Alberto Luz (ESNAL) |
O Galo já caiu da torre em 1947 |
| O galo – principal símbolo da terra de Jaicós – já caiu da torre e quase provocou uma tragédia. O galo, feito de bronze e colocado no topo da igreja matriz Nossa Senhora das Mercês, pelo padre Marcos de Araújo Costa, caiu da torre no ano de 1947, depois que um forte raio atingiu o objeto metálico. O galo caiu ao lado da Praça Padre Marcos a poucos metros de um caminhão que transportava passageiros com destino a Fortaleza[CE] fazendo o trajeto saindo de Jaicós, passando pela localidade Boa Esperança [depois município de Padre Marcos], Fronteiras, Campos Sales, Iguatu e finalmente a capital cearense. No local várias pessoas estavam esperando o transporte que era feito por via terrestre em estrada vicinal. O vigário da paróquia, padre José Inácio Madeira, providenciou a recolocação do galo no local num trabalho feito por dois pedreiros durante um dia inteiro de serviço. A estrutura foi reforçada para evitar nova queda. |
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Morcegos |
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Dezenas de morcegos estão alojados debaixo da parte oca das duas torres da Igreja Nossa Senhora das Mercês, sujando com fezes as escadarias de acesso aos sinos centenários e ao sistema de autofalante implantado pelo padre Ciquinho, em uma das torres – a principal que fica o galo. |
| FONTE: Folha de Picos - editores: Fábio Gonçalves, Orlando Berti, Deisy Fernanda |



